Descrição:
Em Casa de J.P. Aillaud, Paris, 1826 a 1834. In12º de 6 volumes com (3)-CXXXIV-284, (3)-455, (3)-464, (3)-447, 83)-456-(2) e (3)-379-(1) respectivamente. Encadernações coevas, meia inglesa em pele cor de mel, com filetes simples dizeres dourados na lombada em 5 casas abertas, ao gosto da época. Todos os exemplares com ex-libros da antiga biblioteca privada do eminente bibliófilo e filósofo Prof. Joaquim de Carvalho, e frontispício de todos os volumes com carimbo a óleo de posse. Alguns cantos ligeiramente amassados, raros, pequenos e insignificantes defeitos de manuseamento.
MUITO BONS EXEMPLARES, de RARO APARECIMENTO NO MERCADO quando completo como o nosso, apresentando encadernação uniforme e corrida. É especialmente raro de aparecer junto da colecção do Parnaso o seu 6º e último volume, dado o desfazamento temporal da sua publicação em cerca de sete anos. Este volume integra os Satyricos nomeadamente os poemas herói-cómicos O Hyssope de António Diniz da Cruz e Dilva, Sátiras de Tolentino de Mendonça e o Reino da Estupidez do poeta satírico brasileiro Francisco de Melo Franco.
As 134 páginas preliminares do primeiro volume encerram a) dedicatória do editor à Rainha D. Maria II; b) Prólogo a quem ler; c) Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa da autoria de Almeida Garrett em que coloca uma clara linearidade e diacronia dos poetas; d) uma epístola em verso de Filinto Elísio - Da Arte Poética e da Língua Portuguesa.
Esta edição de pequeno formato (não se conhece outra) encerra uma escolha variada de poesia portuguesa dos séculos XVI a inícios do século XIX, sendo considerado muito importante para o estudo da literatura portuguesa e da visão crítica dessa produção poética defendida por Garrett e pelos estudiosos do século XIX. Da particular interesse na 1) formação do cânone brasileiro no arcadismo na historiografia da literatura brasileira (1757-1827); 2) encerra fragmentos de Teresa Josefa de Mello Breyner, dramaturga que, em pleno século XVIII, recebeu o prémio pela autoria da melhor tragédia atestando o prestígio alcançado pelo género entre a elite literata.; 3) promovia o diálogo literário entre a Portugal e Brasil 4) motivou a publicação, dois anos depois, do Parnaso Brasileiro, organizada por Januário Cunha Barboza.
Organizada por géneros poéticos, esta antologia começa com a épica de Camões, Corte Real, Luís Pereira, Sá de Meneses, Vasco Mouzinho de Quevedo, Gabriel Pereira de Castro, Francisco Rodrigues Lobo, José Agostinho de Macedo, e depois inclui poemas descritivos e didáticos, herói-cómicos, bucólicos, sonetos, poesias líricas, odes, e extractos de peças de teatro em verso, como a Castro de António Ferreira, quase completa e peças de Camões. Como poetas oriundos do Brasil, apresenta textos de Durão, Basílio da Gama, Pereira Caldas, Cláudio Manuel da Costa, José Bonifácio, Borges de Barros e Canuto Forjó. Organizção individual de cada um dos tomos: Vol. I — Épicos; Vol. II — Descritivos, etc. — Metamorfoses — Heroi-cómico — Bucólicos — Idílios. Vol. III — Epigramáticos — Satíricos — Líricos. Vol. IV — Líricos — Fabulistas — Epistolares. Vol. V — Epistolares — Pastorais — Dramáticos. Vol. VI — Satíricos.
O Parnaso Lusitano pode ser considerado obra inaugural dos cânones seletivos luso-brasileiros, e é também um texto fundamental para a compreensão da expressiva tradição da crítica poética existente em Portugal. Foi também obra indispensável e como tal sempre presente nas grandes e imponentes bibliotecas privadas portuguesas, como atesta as referências bibliográficas seguintes.
Aulo-Gélio, 2694 (...especialmente raro com o 6º volume ...)
Ávila Perez, 5588 (...raro...)
Cândido Nazareth, 5093 (... com falta do último volume ...)
Inocêncio VI, 339-348.
Laureano Barros, 4271
Monteverde, 3981
Nepomuceno, 1264
Santos Motta, 1864
Sousa da Câmara, 2165 (... rara ... )
Descrição:
Portugália (Lisboa, 1963). In-8º de L-(1)-99-(2) págs. Brochado com uma ténue mancha de humidade, restrita à capa. Miolo impecável, muito limpo. Inserido na colecção "Poetas de Hoje" (nº 12).
As priemiras cinquenta páginas com numeração romana são ocupadas com o rico e extenso prefácio de E.M. de Melo e Castro.
PRIMEIRA EDIÇÃO do sexto livro de poesia, dos mais de cinquenta publicados em vida, autor (1924-2013) de uma grande originalidade de escrita, caracterizada por uma riqueza de imagens tacteis e visuais, testemunha de fusão com a natureza e o erotismo. Foi galardoado com vários prémios de poesia, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988.
Descrição:
Pierre Jean Oswald, Paris, 1958. In-8º de 106-(4) págs. Brochado. Capas com insignificantes pico de humidade. Miolo impecável e ante-rosto com rúbrica de posse de poeta conimbricense da geração de 60.
Importante título publicado que marcou o nascimento moderno das literaturas africanas lusófonas, reunindo voz anticolonial e o movimento da negritude. Obra publicada na sequência, pouco tempo depois, em 1953, do angolano Mário de Andrade (1928-1990) em colaboração com Francisco Tenreiro, ter dado à estampa, em Lisboa, o caderno Poesia Negra de Expressão Portuguesa, uma antologia de textos de novos intelectuais africanos cujo próprio nome era uma provocação: a africanidade implicava a desestruturação da portugalidade, o que, numa época de ditadura, era no mínimo arriscado fazer, através duma busca de uma nova consciência africana.
Da maior importância literária e de difícil aparecimento no mercado.
Considerado um dos mais importantes ensaístas angolanos do século XX e tendo sido o primeiro africano de língua portuguesa a elaborar textos críticos e estético-doutrinários sobre a poesia africana lusófona, o Ministério da Cultura de Angola decidiu criar o Prémio de Ensaio Literário Mário Pinto de Andrade.
Descrição:
Escriptorio do Editor, Lisboa, 1858 (1859 e 1866). In-8º de 3 volumes com XI-260-(2), VII-273 & IX-277-(3) págs. respectivamente. Encadernação coeva, meia inglesa em pele côr castanha, lombada de 4 casas abertas, dourada com vinhetas, filetes e dizeres dourados. Aparo marginal generalizado e ocasionais restauros antigos.
PRIMEIRA (e únicas ?) EDIÇÃO da obra completa. Os volumes apresentam cada um deles distintos títulos (Primeiro Volume - FLORES E AMORES; Segundo Volume - RELIGIÃO E PATRIA & Terceiro Volume - IMPRESSÔES E RECORDAÇÕES) e com prefácios especialmente escritos para cada um deles, a partir de lugares distintos (Pedrouços, Campo Grande e Casa da Anta - Maiorca, Figueira da Foz). No final do segundo volume, umas Composições de Sr. F.G. d'Amorim que o auhor refere na advertencia e ainda acoplado um índice manuscrito em papel distinto.
Com uma carta manuscrita datada (10.II.1887) e autografada por João de Lemos (Seixas Castello Branco), junto à pasta do primeiro volume, em que o autor declara ser ressarcido de um montante de dinheiro respeitante à sua colaboração e direcção no periódico de causa absolutista A Nação.
João de Lemos Seixas Castelo Branco (1819 - 1890) nasceu em Peso da Régua e veio morrer na Figueira da Foz . Estudou Direito até 1846 na Universidade de Coimbra, onde fundou e dirigiu o famoso jornal poético O Trovador em que germinou a sensibilidade ultrarromântica portuguesa, e participaram, entre outros, nomes que viriam a caracterizar-se por grande celebridade, à época, como sejam Luís Augusto Palmeirim e José Freire de Serpa. A própria poesia do autor, integrado na Segunda Geração Romântica, comunga do sentimentalismo de raiz lamartiniana, da melancolia, do saudosismo — sobretudo no que à terra natal e à pátria se referia — e do convencionalismo formal — nomeadamente, aos níveis da métrica e da rima — que caracterizaram muita da literatura ultrarromântica. Lemos era presença comum nos serões românticos da Regeneração, nos quais brindava a burguesia presente com poesias elaboradas propositadamente para recitação e canto ao piano. Lemos colaborou ainda em Revista Universal Lisbonense (1841-1859), a Revista Académica de Coimbra (1845-1854), o Prisma (1842-1843), a Ilustração (1845-1846) e o Cristianismo (1843).
A poesia de Lemos é marcada por um lirismo caracterizado de um sentimentalismo exagerado, com evocações nostálgicas da terra natal e da pátria, e marcado por um certo convencionalismo. Foi um dos nomes maiores do Ultrarromantismo onde um forte desequilíbrio no domínio do pensamento, com um predomínio da emoção, da exaltação do espírito, da melancolia se manifesta profundamente levando ao tédio da vida e, consequentemente, ao desejo da morte, ao fatalismo. A natureza chega a ser muito triste e vai até ao tétrico, ao macabro, com fantasmas, sepulturas, ajustando-se ao estado de alma do poeta. Afirma-se o gosto pelo melodrama tão longe do equilíbrio do drama romântico.
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1944. In-4º de XV-315-(1) págs. Brochado. Ocasionais picos de humidade provocado pela qualidade hidrófila do papel, bastante encorpado e poroso. BELO EXEMPLAR inteiramente por abrir, impresso a duas cores, sépia e negro.
Apresenta um poema inédito que ocupa as primeiras XV páginas, seguindo-se a reunião dos títulos mencionados intercalando com belíssimos e igualmente poéticos, reproduções dos desenhos a tinta da china de Paulo Ferreira.
Exemplar de uma tiragem especial em papel encorpado, numerado e rubricado pelo punho de Alberto Serpa, e VALORIZADO com uma belíssima e poética dedicatória de ALBERTO SERPA:
" ... está este volume muito bem nas mãos cuidadosas e amigas de (destinatário) nestes tempos em que a poesia não anda por mãos nenhumas, é isso uma alegria."
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1944. In-4º de 257-(2) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado, como novo.
Edição definitiva, precedida de algumas notas para o leitor de 1944, com um retrato do autor por Cícero Dias. Nítida impressão a duas cores, azul e negro.
Exemplar de uma tiragem especial em papel encorpado, numerado e rubricado pelo punho de Casais Monteiro.
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1944. In-4º de 257-(2) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado, como novo.
Edição definitiva, precedida de algumas notas para o leitor de 1944, com um retrato do autor por Cícero Dias. Nítida impressão a duas cores, azul e negro.
Exemplar de uma tiragem especial em papel encorpado, numerado e rubricado pelo punho de Casais Monteiro.
Descrição:
Typographia Occidental, Porto, 1880. In-fólio (formato jumbo) com (2)-28 págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele verde escura com lombada de 6 casas fechadas, decoração dourada gótica e dizeres, também dourados. Pastas em skivertex texturado, verde escuro, com molduras lisas gravadas a seco. Preserva as bonitas e enormes capas de brochura impressas a pigmento dourado e bronzeado sobre cartolina cinzenta Guardas em papel lustro verde alface, coevo e com efeito de reflexos, ostentando um ex-libris camoneano.nLombada coçada à cabeça e pé.
PEÇA DE COLECÇÃO não referida na bibliografia especializada, tão pouco nos catálogos livreiros das principais colecções camoneanas leilodas no séc. XX., como tal, consideramos estar presente uma edição bastante rara. Gráficamente de execução superior impressa sobre sobre papel de elevada qualidade, apresenta textos em sete idiomas: português, catalão, castelhano, francês, italiano, inglês, alemão e sueco. Tipografia de fino recorte, com mancha gráfica ladeada por uma belíssima moldura tipográfica impressa a vermelho.
O belo retrato de Camões também ladeado por um pórtico alegórico renascentista, é reproduzido a partir do que foi publicado na luxuosa edição de Morgado Mateus (1816, em Paris).
A iniciativa de publicação desta obra esteve a cargo de Francisco Xavier Esteves (1864-1944) quando tinha apenas 16 anos de idade, sendo sobretudo conhecido pela autoria da Livraria Lello, no Porto.
A colaboração é bastante variada com destacada participação de escritores nacionais e estrangeiros, pela seguinte ordem: Teófilo Braga, Júlio Moreira, Conde de Samodães, Pereira Caldas, É. Littré, Z. Consigliri Pedroso, Mendes Leal, Guimar Torrezão, Carl von Reinhardstoettner, Rangel de Lima, Ferreira de Mesquita, A. E. Nordenskiöld, João de Deus, F. Pelay Briz, Alberto Pimentel, Serpa Pinto, Robert Avé-Lallemant, Joaquim de Araújo, Miguel de Lemos, Victor Hugo, Christovam Ayres, Júlio de Matos, Benigno Joaquim Martinez, Reis Damaso, D. Agua de Valldaura, R. Frias, Augusto Coelho, Benedetto Cairoli, Rangel de Quadros, Enrique Sepúlveda y Planter, Manuel Emídio Garcia, Pere Clapés y Trabal, Oliveira Martins, Teixeira Bastos, E. d'E., A. Luso, Bulhão Pato, Timoteo Domingo Palacio, António Feijó, F. Adolfo Coelho, Wilhelm Storck, F. J. Patrício, Alfredo Carvalhaes, Artur Marsiera y Colomer, J. Leite de Vasconcelos e Diogo de Macedo.
Não referida pela Biblioteca Nacional.
Inocêncio XV-145.
PLANOR - Plano do Património Bibliográfico Nacional de Obras Raras (Brasil) refere a existência de um exemplar desta obra.
Descrição:
Coimbra Editora, lda, Coimbra, 1945. In-8º de 63-(1) págs. Brochado, impecável. Rúbrica de posse coeva no ante-rosto, de poeta da geração coimbrã de sessenta. Miolo impecável, muito bem conservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo livro de poesia do autor, publicado num ano de significativo frémito mundial e que Oslavldo Silvestre considera ser " ... ao lado de Alcateia, o ponto mais alto do seu empenhamento político, constituindo na sua obra como que um díptico proletário em que encontramos temas, tópicos e mesmo personagens recorrentes ...".
A obra remete-nos aos difíceis tempos vividos pelo regime fascista então vigente. Um livro impregnado de revolta, e sobretudo de sensibilização pela pobreza que imperava em Portugal em geografias rurais menos favorecidos. Uma pátria maternal aqui representada pela "Mãe Pobre" que aclama por um despertar através da incitação à acção ...
Laureano Barros, 4064.
Descrição:
A. Quantin Imprimeur-éditeur, Paris, 1880. In-8º de XLV-221- (2), 2 retratos. Encadernação moderna inteira de pele azul com decoração dourada nas pastas (dizeres emoldurados com filetes e cantos vegetalistas) e lombada, ao longo de 6 casas fechadas, com rótulos de pele castanhas, também douradas com dizeres. Preserva capas de brochura e respectivas badanas, corte superior brunido a ouro fino e seixas douradas. Ostenta um ex-libris no vderso da pasta anterior.
Exempar de uma edição especial limitada a 50 exemplares impressos em papel da China, numerados. Ao contrário do referido na bibliografia especializada, nenhum outro exemplar é referido com duas gravuras reproduzindo o busto de Almeida Garrett, gravados por Boulard fils a água forte.
As notas ocupam as páginas 167 a 221. A tardução é feita em prosa.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Conde de Ameal, 59 (tradução muito apreciada e formosa edição)
Monteverde, 98.
Descrição:
Jackson and Lister, Oxford, 1778. In-4º de (4)-CCXXXVI, 496 págs..: 1 gravura + 1 mapa desdobr. Encadernação séc. XIX (?) inteira de carneira, com efeito arbóreo à custa de pigmento vermelho e carmim sobre carneira. Lombada de 6 casas fechadas, com rótulo de pele castanha escura com dizeres dourados. Pastas e seixas com dourados, guardas em papel antigo marmoreado em tina manual. Ligeiro aparo marginal, leve acidez e encadernação com patine espongeada. BELÍSSIMO EXEMPLAR com ex-libris no verso da pasta anterior.
Trata-se da segunda edição da tradução, preferida à primeira de 1655, da responsabiliade de Richard Fanshaw , pelos acrescentos na Introdução e no canto VII (“Enquiry into the religious tenets, and philosophy of the Brahmin”, de pp. 303 a 332. ) da autoria do célebre tradutor Julius Mickle, ilustrada com uma água forte alegórica junto ao rosto e um mapa desdobrável, descrevendo a viagem de Vasco da Gama.
W. Mickle (1734-1788), poeta escocês, natural de Langholm, foi o segundo tradutor d' Os Lusíadas, mais de um século depois de Richard Fanshaw, em 1655. Com esta tradução, teve Mickle enorme sucesso proporcionando-lhe fama e retorno financeiro. Ele esteve em Portugal em 1777 com direito a recepção régia. Esta segunda edição (a primeira data de 1776), sofreu algumas adições, em relação à primeira em que foi ainda, além dos aspectos acima referidos, foi introduzida uma dissertação a seguir ao canto VII.
José do Canto, 317
Monteverde, 879 (refere ser RARA)
Descrição:
Contraponto, Lisboa, s.d. (1961). In-8º de 30-(1) págs. Brochado. Ocasionais picos de humidade restrito à lombada. Exemplar impecável com miolo muito limpo. Impressão sobre papel mantegueiro encorpado com acabamento a dois pontos com agrafos, estes, rara e excepcionalmente, com quase nenhuma oxidação.
RARA primeira edição do terceiro livro de Herberto Helder.
PEÇA DE COLECÇÃO
Regressado da Europa em 1960, Herberto Helder torna-se encarregado das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Gulbenkian e, por isso, esteve em Santarém entre 1961 e 1963, data em que entrou na Emissora Nacional. Em Santarém, Herberto escreveu e publicou o livro de poesia Poemacto, composto e impresso nas Oficinas Gráficas do "Jornal do Ribatejo", o qual dava cobertura aos artigos de Joel Canhão, de Florindo Custódio, de Carlos Oliveira entre outros sócios ativos do CCS e no qual se publicitava as atividades organizadas pelo Círculo Cultural Scalabitano. Para António Ramos Rosa “a experiência de Poemacto” é onde “a poesia herbertiana sofre uma transformação estrutural, onde o jogo verbal e os exercícios sobre a materialidade da linguagem se tornam então dominantes” (Carta de Herberto Helder a Sophia de Mello Breyner Andresen. Fonte: Espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen, BNDP).
Descrição:
Edições Arvore, Lisboa, 1953. In-8º de 39-(3) págs. Brochado, com ocasionais picos de acidez na capa. Desenhos da capa e do frontispício pela mão do mestre Cipriano Dourado. Cadernos por abrir. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior.
Exemplar de uma tiragem fora da "tiragem especial de vinte e cinco exemplares", marcado pelo punho do autor como EXTRA, fazendo-se acompanhar de uma expressiva dedicatória autógrafa e datada. Trata-se do segundo livro do autor, tendo esgotado assim que publicado. - PEÇA DE COLECÇÃO
Apresenta um prefácio intitulado Visão Paradisíaca , de duas páginas, assinado por António Ramos Rosa, um dos fundadores da revista Árvore. Fazemos uma chamada de atenção para o facto do primeiro livro publicado de Ramos Rosa ser em 1958 com Grito Claro e este prefácio estar assinado por ele com a data de 1953. Cremos que se trata do primeiro texto publicado de Ramos Rosa.
José Terra (1928-2014) é o pseudónimo literário de José Fernandes Silva. Poeta, foi ao longo da vida, Professor Universitário, filólogo, historiador, ensaísta, crítico e tradutor. Co-fundador das revistas Árvore (1951-53) e Cassiopeia (1955) que tiveram um papel fundamental na renovação da poesia portuguesa dos anos 50. Publicou quatro livros e colaborou em várias revistas.
Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa, 1893. In-8º de (8)-851-(1) págs. Encadernação artística assinada Dosil-Porto inteira de pele azul, com cercadura simples dourada em ambas as pastas, lombada com 6 casas fechadas, decoração vegetalista com ferros de canto e florão central, e ainda com dizeres também dourados. Cadernos todos por abrir, com apenas ligeiríssimo e insignificante aparo, sem afectar o efeito das margens "jumbo", desencontradas. Ostenta um ex-libris de camoneano portuense. Preserva as capas de brochura (ligeiramente empoeiradas) pontualmente com restauro marginal. Exemplar MUITO LIMPO, com miolo quase pristine.
- EDIÇÃO DE LUXO, de elevado primor na execução gráfica, com frontispício e letras capitulares impressas a duas cores, a negro e vermelho, ricamente adornada com cabeções de enfeite e florões de finissimo desenho.
- Exemplar de EDIÇÃO ÚNICA e da tiragem numerada de 30 exemplares em papel-de-linho-portuguez (azul) pertencente, por atribuição do autor, à escritora MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO.
Obra constituída por trinta e quatro (XXXIV) endechas (estrofes de quatro versos), seguidas das respectivas traduções e antecedidas por um Preâmbulo. De págs. 271 em diante: ENDECHAS A BARBARA ESCRAVA — Texto Camoniano e Traduções: TEXTO PORTUGUEZ DE LUIZ DE CAMOES seguindo-se as 117 traduções em línguas e dialectos distintos (ver na secção "observações deste verbete a autoria das traduções, assim como os respectivos idiomas e dialectos). De págs. 781 seguem-se «Páginas Appendiculares»; «Index-Summario das matérias»; «Índice Onomástico das pessoas e das entidades mythologicas neste livro citadas».O poema aqui referido - Pretidão do Amor -, encontra-se quase no fim do livro Rhytmas de Lvis de Camões (1595) no fólio 159 (de 166). Todo o livro, nos seus géneros poéticos canónicos (sonetos, canções, etc.), enaltece uma figura feminina de classe aristocrática, elogiada pela sua brancura de neve e pelos seus cabelos louros. Mas no fólio 159, porém, deparamos com uma figura feminina bem diferente a quem Camões dedica estas endechas e a mulher por quem ele se declara apaixonado é negra.
Segundo Brito Aranha ( Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906) "... a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões ...".
Frederico Lourenço considera, Pretidão de Amor ser um poema onde Camões salienta o estatuto de pessoa escravizada " ... mercê do seu amor por uma escrava, ele incorpora a identidade da amada como pessoa escravizada e define-se a si mesmo como escravo ...".
Xavier da Cunha (1840-1920) foi conservador da Biblioteca Nacional de Lisboa, foi ainda escritor, poeta e bibliógrafo. Publicou poesia lírica sob o pseudónimo de Olímpio de Freitas. As suas obras foram compiladas num volume, em 1910, com prefácio do próprio. Pretidão de amor é uma das suas obras mais conhecidas.
Descrição:
Manuscrito com 14 linhas sobre papel pautado, duplamente assinado e datado de 8 de Janeiro de 1888 (?) com carta a um amigo desconhecido e poema. Acrescenta-se cartão de visita com morada de Lisboa (13, Calçada Nova da Estrella, 1º) com apontamento manuscrito B. A. (Bom Ano) pelo poeta.
Acreditamos ser este poema inédito, uma vez que o poeta tinha por hábito escrever junto no manuscrito quando não o era, como tem revelado a nossa experiência na aquisição de artigos deste autor e a leitura de catálogos.
João de Deus (1830-1896) foi poeta lírico e pedagogo, autor do célebre método de ensino de leitura através da Cartilha Maternal. Licenciado em Direito por Coimbra, frequentou tertúlias literárias de Café Martinho da Arcada, no Terreiro do Paço em Lisboa. Em 1868 foi eleito para o parlamento. É autor dos livros de poemas Flores do Campo e Ramos de Flores, entre outros.
Descrição:
(Imprensa Portugal-Brasil, Lisboa, 1930). In-8º de 332-(3) págs. Encadernação luxuosa, meia francesa em marroquin verde escuro de grão fino. Lombada de 5 casas fechadas ricamente decorada a ouro com elaborados e belíssimos ferros compondo desenhos geométricos com elegância e mestria. Preserva as capas de brochura com badanas, corte superior das folhas carminado. Ilustrado com retrato do autor quando estudante em Coimbra, e ainda, desenhos de sua autoria. MIOLO IRREPREENSÍVEL, magnífico.
Numa edição comemorativa do centenário do nascimento do poeta, com um prefácio de Afonso Lopes Vieira, a obra apresenta ainda, no final, um In Memoriam com contributos de escritores consagrados contemporâneos de João de Deus, tais como Camilo Castelo Branco, Eugénio de Castro, Teófilo Braga, Antero de Quental, António Nobre, Moniz Barreto, Gomes Leal, M. Teixeira Gomes, Guerra Junqueiro, Eça de Queiroz, Oliveira Martins, etc ...
Sem dúvida, livro valorizado pela artística decoração na lombada. PEÇA DE COLECÇÂO.
Descrição:
Tipografia da Atlântida, Coimbra, 1961. In-8º de 34 págs. Brochado. Excelente estado.
Constiui o primeiro e único número desta MUITO INVULGAR revista, com colaboração de João Vário (Canto primeiro), Luís Serrano (A taça e o brinde seguido de Natal Interior), Rui Mendes (Processo), Louzã Henriques (Da poesia e da estética) e Herberto Helder ( Ofício de Poeta ).
Segundo Luis Serrano, esta revista antecipou-se de alguns meses ao movimento Poesia 61 e que viria aparecer em Lisboa. No texto de abertura, da autoria de João Vario, desenvolviam-se as linhas da revista, que pretendia acolher e divulgar a poesia da nova geração sem grandes preocupações de carácter ideológico e abrir as portas a um certo experimentalismo.
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1812 (e 1817). In-8º de 3 vols com 285-(1) , 345-(1) e 264 págs. respectivamente. Brochados e por aparar, perservados numa folha de papel fino da época. Frontispício do 3º volume com picos de humidade.
Páginas de rosto são gravadas a buril sobre chapas de metal e têm ao centro uma linda gravura assinada D.J. Silva com as armas de Portugal ladeados por dois anjos e a divisa. COM TODOS OS CADERNOS POR ABRIR e com as margens largas por aparar, mantendo as rebarbas e as margens desencontradas. Exemplar de colecção e bibliófilo, recomendando apenas serem albergados em caixas próprias do tipo slipcase.
PRIMEIRA, RARA e única edição.
Sobre esta obra, debruçou-se Almeida Garrett no seu Bosquejo da História da Poesia e Lingua Portugueza, dizendo que " ... António Ribeiro dos Santos foi imitador e emulo de Ferreira; poucos ingenhos, poucos caracteres, poucos estylo ha tão parecidos; senão que o auctor dos coros de Castro era muito maior poeta, e o cantor do Infante D. Henrique muito melhor metrificador. Esta ode ao infante sabio, algumas outras a varios heroes portuguezes, algumas das epistolas, e especialmente os versos que lhe dictava a amisade para o seu Almeno, são de uma elegancia e pureza de linguagem rarissima em os nossos dias ...".
António Ribeiro dos Santos (1745-1818) foi um cronista português, e censor régio. Ficou ainda ligado à criação da instituição que antecedeu a Biblioteca Nacional de Portugal em 1796, pelo decreto de D. Maria I que extinguiu a Real Mesa Censória. Estudou humanidades no Brasil e direito na Universidade de Coimbra, onde se doutorou, tendo exercido o magistério entre 1779 e 1795. Membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, foi também cronista da Casa de Bragança e censor régio. Homem de vasta cultura, aberto à modernidade no contexto de enciclopedismo que caracterizou a Europa das Luzes, dedicou-se aos estudos linguísticos, mas foi na historiografia que mais se salientou deixando, entre outros, inúmeros estudos sobre o povo e a literatura sacra hebraica, as origens e progressos da poesia portuguesa, a história das matemáticas, as origens e a evolução da tipografia em Portugal. (Wikipédia)
Ávila Perez, 6540 (rara).
Cândido Nazareth, 5887 (rara).
Inocêncio I, 253
Pinto de Matos, 491.
Descrição:
Na Typographia de J. F. Sampaio, Lisboa, 1839. In-8º de VI-162-(8) págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele mosqueada com cantos, lombada em 5 casas abertas com florões dourados e rótulo de pele vermelha com dizeres, também dourados. Nítida impressão, de bonito efeito gráfico ao gosto romântico, sobre papel sonoro, de boa qualidade e gramagem. Rúbrica de posse no frontispício.
Obra publicada anónimanente e atribuida a António Augusto Correa de Lacerda (?-1868). Publicou duas obras, incluindo a que ora se apresenta, dividida em 5 cantos. Dom Sebastião é uma fantasia histórica sobre a morte do rei em que o autor narra como o Rei D. Sebastião, após sua derrota em África, é acolhido como guerreiro desconhecido pela família de um jovem árabe que fora salvo por ele em combate. Um amigo da família, filho de um português feiticeiro exilado, é pretendente da irmã do jovem salvo pelo rei, uma cantora que se apaixona por Sebastião. O pretendente, que quer usar o poderoso prisioneiro para ascensão política, força a família a entregá-lo, mas essa resiste e pega em armas para defender o hóspede, que acaba por morrer em combate ao final do poema. A narrativa encerra com o discurso arrependido do espectro do rei e a criação da sua volta no imaginário popular.
Obra com interesse para a história do Romantismo, dado o género romance, no sentido de poema narrativo longo de matriz medieval, foi tomado como modelo para a renovação literária, e no qual se encaixa o título que ora se apresenta.
NÃO REFERIDO NAS PRINCIPAIS BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS
Descrição:
Vértice, Coimbra, s.d. In-8º de 7 págs. br. Capa de brochura ilustrada com um desenho de Ribeiro Pavia.
As separatas da prestigiada revista de cultura e arte VÉRTICE, tiveram uma tiragem de reduzido número de exemplares.
PRIMEIRA EDIÇÃO do poema, retomado mais tarde em 1971 no seu livro Poemas Inactuais.
RARO.
Descrição:
Na Officina de Joaquim Thomaz de Aquino Bulhões, (Porto), 1815. In-8º de 78 págs. Brochado com papel estampado da época, de bonito efeito estético.
Os exemplares que têm aparecido à venda nos últimos anos, nenhum apresenta o nome do autor impresso (António Joaquim Mesquita e Mello), ao contrário do que apresenta o nosso exemplar aqui exposto. Alguns livreiros descrevem existirem duas edições deste poema publicado anonimamente, no mesmo ano de 1815. Em nosso entendimento, através do exemplar que ora se apresenta, sendo um dos que está identificada autoria por impressão do nome autor, concluimos que é a mesma edição, não havendo portanto lugar a duas edições distintas. O nosso argumento, é baseado na análise atenta aos tipos empregues na impressão do nome do autor "Por A.J.Mesquita e Mello" que se apresenta tão diferente em tipografia assim como a própria tinta utilizada, do resto dos tipos utilizados na totalidade da obra impressa. Isto sugere que alguns exemplares impressos com nome do autor, entraram com no plano de impressão da máquina tipográfica pela segunda vez, unicamente para impressão da autoria, o que pode justificar a escassez desta variante.
O livro descreve os acontecimentos da cidade entre 1807 e 1809 (momento chave da Guerra Peninsular onde os franceses ocuparam a cidade antes de serem expulsos), incluindo a invasão pelas tropas francesas do marechal Soult e a subsequente libertação. Apresenta na abertura da obra um longo Soneto de 62 páginas, dividido em dois cantos pela metade de número de páginas, seguindo-se Ode Saphica ao Grande Alexandre Imperador de todas as Russias para 3 folhas depois rematar com a Ode Pyndarica ao sempre invencivel Duque da Vitoria (por outras 5 páginas).
Inocêncio I, 162: " ... nascido segundo creio pelos annos de 1793 a 1796, por effeitos de uma febre maligna cegou totalmente aos dous annos de edade; o que não o impediu contudo de cultivar as letras ... compõe-se de quatro cantos em oitava rima, e sahiu sem o seu nome ..." e VIII, 186.
Monteverde, 394 omite este título.
Nestas condições, VARIANTE RARA e PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Na Offic. Patriarcal de João Procopio Correa da Silva. Lisboa, 1802. In-8º de 222 págs. Encadernação coeva, inteira de carneira com dizeres simples dourados na lombada. Rúbrica de posse antiga no frontispício, algumas folhas com ligeiro foxing. Papel de boa qualidade, gramagem superior, conferindo um a sonoridade saudável quando manuseado.
Bonito exemplar, bastante raro com 6 canções, 14 epístolas, 4 odes anacreonticas, e outras pequenas peças.
Exemplares na BNP e Biblioteca Municipal de Elvas.
Inocêncio II, 437.
Francisco Manuel Gomes da Silveira Malhão (1757-1816) Advogado, poeta arcádico e fabulista. Fez estudos particulares de Latim e Música entre as vilas de Obidos, Pombal e Torres Vedras e de Retórica e Filosofia num colégio de Mafra. Em 1782 ingressou na Universidade de Coimbra, concluindo o curso de Jurisprudência em 1789, após o que começou a exercer a advocacia. Seria, porém, menos como estudante do que como compositor, cantor e tocador de modinhas e cançonetas, muitas vezes improvisadas, que desde a juventude se revelaria. Trata-se de uma poesia entre o sentimental e o satírico, com referências ora à vida escolar, ora à vida amorosa. E ainda autor de diálogos críticos e traduções, nomeadamente das Odes de Anacreonte. Era irmão de António Gomes da Silveira Malhão, cujos poemas publicou juntamente com a edição da sua própria Vida e Feitos — obra autobiográfica e antologia de seus textos em prosa e em verso, que, por outro lado, dá a conhecer uma visão quixotesca do amor. Usou por vezes o pseudónimo de António Castanha Neto Rua, ao passo que o poema A Vaidade Ridícula é subscrito por José Rafael da Silveira Pequenito. (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. I, p. 571, Lisboa 1991
Descrição:
Na Offic. Patriarcal de João Procopio Correa da Silva. Lisboa, 1802. In-8º de 222 págs. Encadernação coeva, inteira de carneira com dizeres simples dourados na lombada. Rúbrica de posse antiga no frontispício, algumas folhas com ligeiro foxing. Papel de boa qualidade, gramagem superior, conferindo um a sonoridade saudável quando manuseado.
Bonito exemplar, bastante raro com 6 canções, 14 epístolas, 4 odes anacreonticas, e outras pequenas peças.
Exemplares na BNP e Biblioteca Municipal de Elvas.
Inocêncio II, 437.
Francisco Manuel Gomes da Silveira Malhão (1757-1816) Advogado, poeta arcádico e fabulista. Fez estudos particulares de Latim e Música entre as vilas de Obidos, Pombal e Torres Vedras e de Retórica e Filosofia num colégio de Mafra. Em 1782 ingressou na Universidade de Coimbra, concluindo o curso de Jurisprudência em 1789, após o que começou a exercer a advocacia. Seria, porém, menos como estudante do que como compositor, cantor e tocador de modinhas e cançonetas, muitas vezes improvisadas, que desde a juventude se revelaria. Trata-se de uma poesia entre o sentimental e o satírico, com referências ora à vida escolar, ora à vida amorosa. E ainda autor de diálogos críticos e traduções, nomeadamente das Odes de Anacreonte. Era irmão de António Gomes da Silveira Malhão, cujos poemas publicou juntamente com a edição da sua própria Vida e Feitos — obra autobiográfica e antologia de seus textos em prosa e em verso, que, por outro lado, dá a conhecer uma visão quixotesca do amor. Usou por vezes o pseudónimo de António Castanha Neto Rua, ao passo que o poema A Vaidade Ridícula é subscrito por José Rafael da Silveira Pequenito. (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. I, p. 571, Lisboa 1991
Descrição:
(Edição do Autor, Lisboa, 1956). In-4º de 16 págs. Brochado com linóleo na capa de Israel Macedo. exemplar em excelente estado de cosnervação, apresentando-se unicamente com uma ligeira e insignificante acidez marginal nas capas.
LIVRO DE ESTREIA em primeira edição de M. António (Mário António Fernandes de Oliveira, 1934-1989). Foi um consagrado poeta angolano, natural de Maquela do Zombo dos mais importantes do seu tempo tendo publicado em Távola Redonda e Mensagem. Foi activista político próximo do Partido Comunista Angolano e do Movimento Popular de Libertação de Angola. A partir de 1963 passou a residir definitivamente em Portugal, estando ligado à Casa dos Estudantes do Império e às actividades dos movimentos de libertação ali desenvolvidas. No mesmo ano foi galardoado com o prémio Ocidente para poesia, do Secretariado Nacional de Informação. Segundo a Fundação Calouste Gulbenkian, recebeu ainda, a título póstumo, o prémio Camões (embora o seu nome não conste da lista oficial de galardoados). A mesma Fundação instituíu, em 2001, um prémio literário com o nome de Mário António, que foi atribuído, nessa sua primeira edição, a Mia Couto (n. 1955), pelo romance O Último Voo do Flamingo (2000).
O livrinho apresenta dezanove poemas, escritos entre 21 de Outubro de 1951 e 8 de Setembro de 1954, que, explicitamente, ora evocam memórias de infância ora transmitem impressões amorosas.
De RARO APARECIMENTO no mercado.
Descrição:
Centelha, Poesia, 1980. In-8º de 239 págs. Brochado com capas ligeiramente empoeiradas. Miolo impecável.
Primeira e única edição de um belo livro de poesia (dos mais belos no último quartel do séc. XX, opinião nossa) escrito por Vitor Raul da Costa Matos (1927-1975) cuja produção literária integra um modelo de poesia nascida de uma preocupação especulativa e filosofante e moldada sobre a experiência existencial. Licenciado e doutorado em Filosofia, foi docente na Universidade de Coimbra e colaborou em peródiocs literários consagrados de que se destacam Árvore, Cadernos do Meio-Dia, Távola Redonda e Eros. Usou o pseudónimo Vitor Matos e Sá; morreu precocemente num acidente de viação.
Descrição:
Edições Momento, Lisboa, 1934. 8º de 110 págs. Brochado. Preserva intacto a sobrecapa impressa em papel fino laranja. Nítida impressão sobre papel encorpado hidrófilo, o que justifica o foxing que apresenta habitualmente, tal como quase todos os exemplares que aparecem à venda no mercado.
Insere uma Marginália na qual se apresenta os estudos “António Botto e os problemas da sinceridade” por João Gaspar Simões, “Palavras” de José Régio. No final “os editores transcrevem um breve resumo de crítica na imprensa portuguesa e estrangeira sobre a obra António Botto” .
Primeira edição, invulgar.
Descrição:
Na Regia Officina Typographica, Lisboa, 1801 (e Typ. de Antonio José da Rocha, Lisboa, 1836). In 8º de 3 vols com 231-(1), 222-(1) e 126 págs. respectivamente. Encadernação coeva inteira de carneira com rórulos de pele vermelha dourados com dizeres. O 3º volume publicado 35 anos depois, tem formato e encadernação distinta, inteira de pele mosqueada, e rótulo pele vermelha na lombada. Ex-libris de Gerrit Komrij. Rótulos de ordem de biblioteca no pé dos dois primeiros volumes.
Obras bem impressas em bom papel incorpado e muito bem conservados. Ligeiro aparo marginal, estando o 3º volume por aparar, com as grandes margens desencontradas. Primeiro volume com finíssimo furo provocado por xilófago exclusivo das cinco primeiras folhas.
Sobre Nicolau Tolentino de Almeida, diz-nos Almeida Garrett no Parnaso Lusitano, tomo I, p. lxiij " ... Nicolau Tolentino é o poeta eminentemente nacional no seu género: Boileau teve mais força, mas não tanta graça como o nosso bom mestre de rhetorica. E de suas satyras ninguem se póde escandalizar; começa por casa, e primeiro se ri de si antes que zombeteie com os outros. As pinturas dos costumes, da sociedade, tudo é tam natural, tam verdadeiro. Confesso que de todos os poetas que meu triste mister de critico me tem obrigado a analysar, unico é este em cuja causa me dou por suspeito: tanta é a paixão, a cegueira que tenho polo mais verdadeira , mais engraçado, mais bom homem de todos os nossos escriptores ...".
É particularmente RARO a colecção fazer-se acompanhar do terceiro volume (a BNP não tem um exemplar deste terceiro volume) que saiu póstumo, 35 anos depois dos restantes volumes iniciais. Apenas Inocêncio (VI, 291 que dedica várias páginas ao autor) e Pinto de Matos (p. 548) refere este 3º volume. Todos os outros bibliógrafos consultados, como Ávila Perez (nº121), Aulo-Gélio (nº3548), Monteverde (nº 5385), Sousa da Câmara (nº42) omitem a sua existência.
Descrição:
Edição do autor, sem indicação de local nem data (1916). Folha em harmónica, impressa de ambos os lados ao longo de 7 "páginas". Exemplar preservado numa caixa-estojo, inteira de pele com dizeres dourados pela frente.
Com um catálogo das obras do autor (Obra Literária) e o anúncio da publicação de K4.
PEÇA DE COLECÇÃO E DAS MAIS RARAS DO AUTOR.
Descrição:
(Casa Minerva), Coimbra, 1954. In-4º de 230-(1) págs. Brochado. Belíssima capa de brochura ilustrada por Ruy de Oliveira Santos. Muito raros picos de humidade nas primeiras páginas e com miolo impecável. Insignificantes cortes marginais na capa anterior.
Valorizado por ostentar uma excelente, poética e muito sentida dedicatória autógrafa a João Villaret, datada de Junho de 1954.
PEÇA DE COLECÇÃO do livro que constitui a estreia literária do autor.
Descrição:
Editorial Confluência Lisboa, 1945. In-8º de 218-(6) págs. Encadernação moderna, meia francesa com cantos e pele vermelha, lombada a 4 nervos, dourada em casas fechadas, florões de canto e ferros corridos nos nervos e pé. Rótulo de pele verde escura com dizeres também dourados. Guardas em papel pintado em tina mecânica. Corte superior das folhas carminado.
Capa de brochura desenhada por António Dacosta.
2ª edição, melhorada e valorizada por ser uma seleção pioneira, que inclui a famosa carta que Pessoa escreveu ao antologiador sobre a génese dos heterónimos, essencial para a consagração pessoana, constituindo um marco na divulgação da obra ortónima e heterónima (Caeiro, Reis, Campos). Foi a partir desta edição que foram realizadas modernamente as sucessivas reedições.
Descrição:
Coordenação de Casimiro de Brito e Gastão Cruz. Capa de Manuel Baptista.
Tipografia Ideal, Lisboa, 1971 (a 1972). In 8º de 3 vols com 66-(5), 70-(5) e 74-(2) págs. respectivamente. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade e tonalidades distintas (creme e azul claro).
Exemplares em excelente estado de conservação. Apenas as capas do volume correspondente a Novembro é que apresenta raras manchinhas de acidez marginal. BELO CONJUNTO desta invulgar revista literária, com excelente colaboração.
Colaboraram os mais notáveis autores da segunda metade do séc. XX, tais como Carlos de Oliveira, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Nuno Guimarães, Ruy Belo, António Ramos Rosa, Armando Silva Carvalho, João Miguel Fernandes Jorge, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Franco Alexandre, Fernando Assis Pacheco, Herberto Helder, José Gomes Ferreira e Nuno Júdice.
Descrição:
Coordenação de Casimiro de Brito e Gastão Cruz. Capa de Manuel Baptista.
Tipografia Ideal, Lisboa, 1971 (a 1972). In 8º de 3 vols com 66-(5), 70-(5) e 74-(2) págs. respectivamente. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade e tonalidades distintas (creme e azul claro).
Exemplares em excelente estado de conservação. Apenas as capas do volume correspondente a Novembro é que apresenta raras manchinhas de acidez marginal. BELO CONJUNTO desta invulgar revista literária, com excelente colaboração.
Colaboraram os mais notáveis autores da segunda metade do séc. XX, tais como Carlos de Oliveira, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Nuno Guimarães, Ruy Belo, António Ramos Rosa, Armando Silva Carvalho, João Miguel Fernandes Jorge, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Franco Alexandre, Fernando Assis Pacheco, Herberto Helder, José Gomes Ferreira e Nuno Júdice.
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa (1969). In-8º de 189-(1) págs. Brochado com a mioria dos cadernos centrais por abrir.
Ostenta uma dedicatória autografada, assinada e datada.
Primeira reunião da sua obra poética publicada até 1965, excluindo a poesia visual gráfica de Abandono Vigiado (1960).
Descrição:
F. França Amado - Editor, Coimbra, 1901. In-4º de 132 págs. Encadernação não coeva, meia francesa com cantos em pele, lombada com 5 nervos dourada em casas fechadas, com florões de canto, ferros corridos e dizeres dourados. Nítida impresão, por vezes a duas cores, negro e violeta, com um arranjo gráfico distinto, ao gosto arte nova.
Rúbrica de posse coeva no frontspício, foxing ocasional, e leve acidez marginal. Aparo geral, muito ligeiro.
Belo exemplar, bem preservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros livros de poesia do autor representande do lirismo neorromântico em que explora os temas da melancolia, do bucolismo, e da comunhão com a natureza e o exílio.
Descrição:
[Editora Gráfica Portuguesa, Lda], Lisboa. 1958. In-8.º de 60-(4) págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior, encorpado.
Ostenta uma dedicatória autógrafa.
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante os insignificantes picos de humidade da capa anterior.
PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros e mais raros livros de poesia de Natália Correia, ligado à “tendência surrealista da poesia portuguesa”.
Descrição:
Contexto Editora, Lisboa, s.d. (1981). in-8º oblongo com 43-(5) págs. Brochado. Impressão em papel encorpado. Ilustrado com 6 fotografias de Jorge Molder. Inserido na colecção Cábulas de Navegação.
Capas de brochura ligeiramente empoeiradas. BOM EXEMPLAR.
PRIMEIRA EDIÇÃO. É deste livro (poético), da página 9, que vem a conhecida expressão da autora:
"a única solidão é aquela que não tem passado".
Descrição:
Centro de Estudos Românicos, Coimbra, 1971. In-8º de 594 págs. Brochado com ocasionais picos de acidez. Miolo impecável, em excelente estado.
Com uma dedicatória autógrafada a Prof. Doutor Jorge Alarcão (especialista em Arqueologia Romana).
Descrição:
Na Offic. de Antonio Alvarez Ribeiro, Porto, 1796. In-8º de 252-(8) págs. Enc.
Encadernação de execução recente, inteira de pele mosqueada castanho alaranjada, com florões vegetativos em casas abertas na lombada, também com rótulo de pele preta.
Exemplar inteiramente por aparar, mantendo intactas as grandas rebarbas e margens desencontradas, tal como foi publicado.
Acidez na área da mancha tipográfica.
Inocêncio VII, 315
Descrição:
Na Tipographia da Acad. R. das Sciencias, Lisboa 1799. In-8º de XXVII-425-(1) págs. Enc.
Encadernação séc. XIX, inteira de pele aroboreada, e decorada a ouro com elegantes ferros, ao gosto romântico na lombada. Cabeça da lombada ligeiramente coçada. Corte das folhas carminado. Guardas pintadas em tina manual com cores intensas em torno de azul cobalto, de belíssimo efeito.
Ostenta um ex-libris xilográfico realizado por Ruy Palhé, numerado (tiragem de 50) e assinado.
Nítida impressão sobre papel de boa qualidade e gramagem superior, mantendo a sonoridade original.
As 27 páginas introdutórias são da autoria Stockler (Francico de Borja Garção Stockler) e tecem um perfil critico-biografico do autor.
PRIMEIRA E ÚNICA edição, póstuma.
Alexandre Herculano ( Panorama, vol.III de 1839), p. 197
Inocêncio II, 369.
Manuel Pinheiro Chagas (Portuguezes illustres, 2ª ed. 1873), p. 141–142.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, 1991, vol.I, p. 561.
Descrição:
Edições Lusitana, Lisboa, 1920. In-8º de LXXII págs. Enc.
Encadernação, assinada Frederico d'Almeida, meia francesa em pele castanha escura com cantos. Dizeres dourados na lombada. Conserva as capas de brochura (sem badanas) com ligeiros e insignificantes picos de acidez. Exemplar em muito bom estado de conservação. Aparado e carminado à cabeça. Restantes margens intactas e desencontradas.
Obra considerada de referência da história da literatrura portuguesa do séc. XX.
PRIMEIRA EDIÇÃO, JÁ BASTANTE RARA NO MERCADO.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1997. In-8º de 141-82) págs. Brochado. Impecável, como novo.
Edição bilingue (holandesa & portuguesa)
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1827. In-8º de (6)-380-(2) págs. Encadernação coeva inteira de carneira flamejada, com dizeres e filetes dourados na lombada, com rótulo de pele vermelha. Conserva o magnífico retarto desenhado por Jozé Coelho e gravado por J.(oão) V.(icente) Priaz. Carimbos de posse antigas no rosto. Mantem a sonoridade original do pale, bastante encorpado e em exceelnte estado de conservação.
2ª edição, a definitiva, muito alterada e acrescentada relativamente à anterior.
Inocêncio IV, 183-215 & XII 200-203.
Descrição:
Oficina do Livro, Lisboa, 1999. In-8º de XXXIII-(40) págs. Brochado. Capa ilustrada.
O livro reúne textos e fotografias originais (polaroids) de Pedro Paixão.
Como Novo.
Descrição:
Edições Quasi, Famalicão, 2006. In-8º de 63-(3) págs. Cartonagem editorial ilustrada com fotografia de Duarte Belo.
Livro organizado por Graça Capinha numa belíssima edição com poemas de Álvaro Alves de Faria, Ana Luisa Amaral, Fernando Aguiar, Nuno Júdice e Vasco Graça Moura, e que dialogam com as fotografias de Ana Gaiaz e Duarte Belo.
Como novo.
Descrição:
Fenda Edições, Coimbra (1983). In-8º de 72-(8) págs. Brochado, com impressão a cor violeta. Rúbrica de posse no frontispício.
Insere um peoma de Jorge Sousa Braga, e uma Nota Introdutória e Prefácio do autor.
Primeira e única edição.
Descrição:
Fenda edições, Coimbra, 1983. In-8º de 49-(1)-(3) págs. Brochado.
Primeira edição (e única?) inserida na colecção Lágrimas de Eros (nº9).
Descrição:
Impressão Regia. Rio de Janeiro. 1816. In-8º de (7)- 53 págs. Brochado. Ligeiro aparo marginal. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior, em excelente estado de conservação.
Raro livro desta tradução brasileira sendo uma dos primeiros livros impressos no Rio de Janeiro pela Impressão Régia. Primeira e única tradução para português da famosa peça de Jean Racine (1639-1699) aqui em primeira edição brasileira.
Almeida Camargo & Borba de Moraes, Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro I, nº 496. Innocêncio I, 171 & VIII, 203. Gonçalves Rodrigues, A tradução em Portugal 3251. Não referido em Palha.
Descrição:
FENDA EDIÇÕES (Tipografia Damasceno, Coimbra, 1989). In-4º de 59-(1) págs. Brochado.
Primeira e única edição. Exemplar impecável, miolo mint condition.
Descrição:
Typographia Commercial Portuense, Porto, 1843. In-8º de (5)-226 págs. Encadernação moderna cartonada com papel marmoreado. Papel ligeiramente oxidado, resultante da sua própria qualidade sob acção do tempo.
Bonita edição de esmerado apuro gráfico, bem ao gosto romântico pleno de vinhetas de remate e cabeçoes de enfeite, com letras capitulares trabalhadas, todas distintas de Canto para Canto que constitui o poema.
Ostenta uma dedicatória autógrafa (aparada no canto inferior direito).
Inocêncio V, 64
Exemplares na biblioteca Pedro Veiga (FLUP) e Biblioteca Nacional
Não referido em "Poemas Herói-Cómicos Portugueses" de Alberto Pimentel (Porto, 1922).
RARO.
Descrição:
D. Manuel de Castro e Guilherme de Faria Editores, Lisboa, 1924. In-8º de 21-(1) págs. Brochado. Impressão cuidada em encorpado papel de linho. Cadernos por abrir.
Primeira Edição.
Descrição:
Livraria Portuense de Lopes & C.ª - Editores, Porto, 1886. In-8º de 48-126-(1) págs. Encadernação artística inteira de pele cor de mel, com rodas floreadas gravadas a seco nas pastas de canto redondo, igualmente gravado a sêco na lombada de quatro nervos e dizeres dourados, em acasas abertas. Inteiramente por aparar, com os cadernos desencontrados produzindo um belo efeito bibliófilo. Nítida impressão sobre papel de qualdiade superior, de excelente execução e luxuoso grafismo, recorrendo a belíssimas molduras tipográficas, todas distintas em todas as páginas, sem qualquer elementos de repetição, com vinhetas alegóricas, figurativas, faunísticos e florísticos, arquitéctónicos, etc ... Miolo muito limpo, muito fresco sem defeitos apontar. Ligeiros e insignificantes sinais de desgaste nas pastas por mansueamento e frontspício com rúbrica de posse antiga. Apesar dos defeitos, é uma PEÇA DE COLECÇÃO estimada com alguma raridade.
Este exemplar coresponde a uma CONTRAFAÇÃO da primeira edição publicada no mesmo ano com ínfimas diferenças, entre as quais, a mais evidente, apresenta no frontspício a haste da letra T da palavra Sonetos com uma curvatura na edição original e rectilínea na edição contrafeita, característica esta exclusiva no frontspício e na encadernação editorial. Não se conhecem capas de brochura desta edição (nem na original, nem na contrafeita). Edição organizada pelo seu amigo Oliveira Martins, ao longo de cinco períodos cronológicos, segundo as variações ideológicas do espírito do poeta: 1860-1862; 1862-1866; 1864-1874; 1874-1880; 1880-1884. Esta edição apresenta poemas inéditos, nunca publicados anteriormente na edição do Sténio nem na de 1880.
Descrição:
Na Regia Officina Typografia, Lisboa, 1790. In-8º de 248-(2) págs. Encadernação coeva da época inteira de carneira mosqueada com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Rubrica de posse coeva no frontspício.
Obra de grande apuro tipográfico magnificamente ilustrada com 16 gravuras de página inteira em extra texto, o frontispício gravado e decorado com figuras alegóricas e o retrato do autor e 12 vinhetas de meia página no começo de cada canto pelos melhores desenhadores e gravadores portugueses da época: Carneiro da Silva, Jerónimo de Barros, Soyé, Frois, João Tomás da Fonseca, Ventura da Silva, Lucius, Ramalho, entre outros. Cremos estar falho do retrato de D. José.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA.
Inocêncio V, 316.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1811. In-8.º de XV-266 págs. Encadernação coeva inteira em pele e dizeres a ouro em rótulo de pele vermelha na lombada.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO, invulgar.
Ávila Perez, 4477; Inocêncio IV, p. 186 , Laureano Barros, 3287.
Descrição:
Moraes Editores, Lisboa, 1968. In-8º de 67-(4) págs. Brochado. Rúbrica de posse no rosto.
Bom exemplar desta invlugar primeira edição.
Descrição:
Guimarães Editores. (Lisboa. 1966). In-8º de 77-(2) págs. Brochado com a capa anterior prejudicado pela actividade de lepismatídeos
Ostenta uma curiosa dedicatória autógrafa, pelo punho de Nemésio, não datada, a uma declamadora de poesia " ... que tão benevolamente se propõe a dizer poemas meus ...".
Primeira edição deste invulgar livro de poemas.
Descrição:
Empreza da História de Portugal, Lisboa, 1901. In-8º de 349 págs. Brochado, com uma capa de brochura policromada de grande beleza ao estilo art nouveau e com todas as margens jumbo e desencontradas, bem preservadas. Carimbo a óleo coevo no ante-rosto.
Descrição:
F. França Amado, oimbra, 1914. In-8º de (7) - 48 págs. Brochado e capa ilustrada por Correia Dias. Capas ligeiramente empoeiradas e com pequeneníssimos cortes marginais.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo título publicado com uma expressiva dedicatória autógrafa.
Descrição:
Portugália Editora,Lisboa, 1953. In-8º de 42-(4)págs. Brochado com insignificante manchinhas de humidade junto à lombada. Rubrica de posse datada no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO e capa ilustrada por Lino António.
INVULGAR.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1934. In-8º de 118-(1) págs. Brochado, com capas ligeiramente amarelecidas pela acção do tempo. Miolo em muito bom estado de conservação, sem defeitos maiores apontar. Ostenta um ex-libris de Mário Mendes (médico de Coimbra) no verso do frontspício. Excelente exemplar, apesar dos defeitos apontados.
MUITO RARA PRIMEIRA EDIÇÃO, e de elevado interesse bibliófilo para uma possível, e paralela, "Historieta da História da Cultura Literária em Portugal".
Laureano Barros, 5087 (omisso nas Bibliotecas de Aulo-Gélio e em Almeida Marques).
Descrição:
A(lphonse) Lemerre - éditeur, Paris, 1870. In-8º de 38-(1) págs. CONSERVA CAPAS DE BROCHURA E LOMBADA, encontra-se por aparar e apresenta-se brunido a ouro fino à cabeça. Sólida e de excelente execução, a encadernação é uma meia ingleza com cantos, em marroquin de grão grosseiro, cor turqueza, com papel marmoreado, igual ao das guardas, e dizeres dourados na lombada, com nervos.
EDIÇÃO PRINCEPS, à expensas do autor numa tiragem total de 590 exemplares, dos quais 20 constituem uma edição especial em papel Holanda, outros 10 em papel China e ainda 10 em Whatman. O nosso exemplar não corresponde a nenhum dos especiais, no entanto a impressão é sobre papel de qualidade superior, bastante encorpado (edição especial não declarada ?).
PRIMEIRA E MUITO RARA EDIÇÃO.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Tipografia Litografia Globo, Limitada, Lourenço Marques, 1971. In-8º de 32 págs, numeradas de 35 a 67, corrida a partir do número anterior.
Apenas este número da prestigiada revista de poesia CALIBAN. Bom estado, por abrir.
Descrição:
De l'imprimerie de Didot jeune, Paris, 1795. In-8º de 207-(1) págs. Encadernação (feitura séc. XX) inteira de pele mosqueada gravada a ouro nas pastas com cercaduras. Lombada com decoração barroca a florões e dizeres dourados sobre rótulo de pele vermelha. Seixas douradas e corte das folhas brunidas a ouro fino. Ilustrado em extra-texto com sete gravuras abertas em chapa de aço de Bacquoy, Ponce, Patas, Eisen e Martini. Nítida impressão sobre papel encorpado mantendo a sonoridade original do papel. Gravuras delicadamente protegidas por papel transparente.
Descrição:
Portugália Editora. Lisboa. [1964]. In-8.° de 189-(9) págs. Brochado. A capa de brochura, com ligeiro defeito de manuseamento no pé de lombada, é da autoria de João da Câmara Leme. Obra inserida na colecção "Novos Poetas", sendo este o 8º titulo, organizada por Alfredo Barroso, Fiama Hasse Pais Brandão, Gastão Cruz, J. M. Vieira da Luz e Rui Namorado.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa (1957). In-8º de 157-(4) págs. Brochado. Edição de esmerado cuidado gráfico, a segunda (a primeira é de 1941), com seis desenhos de página inteira, impressa à parte, do notável artista que foi Stuart Carvalhais. Lombada ligeiramente acidificada por acção quimica da cola e dedocatória não autógrafa na página da dedicatória impressa.
Descrição:
Typ. de Luiz Cardoso, Coimbra, 1900. In-4º de LII-(1) págs. Brochado com capas ligeiramente picadas tipo foxing. Miolo muito limpo, impressão nítida e de elevada qualidade gráfica sobre bom papel de linho, com rebarbas. Lombada com defeito e alguns cadernos semi-desconjuntados.
PRIMEIRA EDIÇÃO ( e única?) do livro de estreia do autor polémico. Ostenta uma dedicatória autógrafa ao cónego Alves Mattoso (1860-1952), tio-avô do historiador José Mattoso, nomeado prelado ao tempo da presente publicação, e, pouco depois, Bispo da Guarda cargo que ocupou até a morte.
MUITO RARO, não referenciado em Laureano Barros.
Descrição:
Livraria José Ollympio, Rio de Janeiro, 1960, In-8º de 486-(2) págs. Brochado.
PRIMEIRA EDIÇÃO, valorizado pela sentida dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira.
Descrição:
Editorial Inquérito, Lisboa, 1944. In-8º de 75-(5) págs. Brochado. Valorizado por uma extensa e expressiva dedicatória a Luís Forjaz Trigueiros. Inserida na Colecção "Novelas Inquérito". Como habitualmente, papel acidificado, próprio da sua qualdiade intrínseca.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Tip. Ramos, Afonso & Moita, Lisboa, 1944. In-8º de 30 págs. Brochado. Separata da Revista Litoral, nº1. Folhas com ligeiras manchas de água marginais.
Este é o exemplar nº 25 da edição especial de 150 exemplares, numerados e assinados pelo autor. Ilustrado com uma fotografia de António Nobre e uma vinheta no começo do texto. Valorizado pela dedicatória aos poetas José Osório de Oliveira e Raquel Bastos.
PRIMEIRA EDIÇÃO de bastante invulgar aparecimento no mercado.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1944. In-8.º de 383(2) págs. Brochado. Alguns cadernos apresentam-se por abrir. IIustrado com um desenho do autor por Antonio Costa e a capa é de Cícero Dias. Capas de brochura com ligeiras imperfeições, além de acidificadas.
Primeira edição.
Descrição:
Livros do Brasil, Lisboa, 1952. In-8º de 140 págs. Brochado. Carimbo de posse de Paulo Quintela, com data de aquisição manuscrita pelo seu punho. Capas de brochura com raros picos de acidez.
MUITO BOM EXEMPLAR, muito bem conservado e estimado.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edições “ Presença”, Coimbra, 1929. In-8º de 70-(1) págs. Encadernação cartonada com dizeres dourados na lombada. PRESERVA AS BONITAS CAPAS DE BROCHURA DE FEITURA TÍPICA PRESENCISTA. Exemplar da tiragem normal e numerada, limiada a 318 exemplares, levando o presente exemplar o número 153. Capa de brochura de original composição sendo de cor branca, ao contrário da das edições especiais de cor verde. Ligeiro aparo à cabeça.
PRIMEIRA EDIÇÃO - RARO
Descrição:
Livraria Civilisação de Eduardo da Costa Santos & sobrinho - Editores, Porto, 1889. In-8.º de 15 págs. Brochado. Exemplar com alguns picos de acidez. Ilustrado com um retrato desenhado de Gomes Leal por Roque Gameiro.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Ulisseia, (Lisboa, 1966). In-8º de 98-(5) págs. Brochado.Ilustrado à parte com desenhos infantis. Capas com insignificantes picos de humidade. Miolo impecável.Capa de Leonor Calvet da Costa (5 anos) e arranjo gráfico da obra da responsabilidqde de Cruzeiro Seixas.
Descrição:
Oficinas sa Secção de Publicidade do Museu Comercial, Lisboa, 1923. In-8.º de XXIII-160-IX págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele cor de mel, com cantos, casas abertas e rótulo de pele vermelha na lombada com dizeres dourados. Preserva as capas de brochura e inteiramente por aparar, mantendo intactas as grandes margens desencontradas. Apresenta uma garvura represenatdno o Paço da Ribeira elaborada por Alberto Sousa.
Apresenat encadernado junto, em posição frontal, um folheto 24 págs intitulado A Psicologia Portuguesa na Litertatura
Descrição:
Livraria Portugueza e Estrangeira, Coimbra, 1890. In-8º de VIII-51-(1) págs. Nítida impressão sobre papel de linho de boa qualdiade. Exemplar de uma tiragem limitada a 300 unidades numeradas.
Cartonagem coeva, meia inglesa em skivertex cinza, modesta e com dizeres dourados gravados na lombada. Não preserva as capas de brochura.
Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa a Leopoldo Battistini.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO DE PROA do simbolismo português na literatura.
Descrição:
Edições “Presença”, Coimbra, 1940. In-8º de 92-(4) págs. Brochado com capas ligeiramente amarelecidas por acção do tempo, lombada com ligeiros defeitos de manuseamento e acção ligeira de lepismatídeos. Miolo em bom estado, não obstante a acidez generalizada resultante da fraca qualidade de papel empregado (raras são as obras que, no período da guerra, não apresentam esta característica de papel de menor qualidade).
PRIMEIRA EDIÇÃO ostentando uma dedicatória autógrafa, de uma tiragem total limitada a 450 exemplares. Ilustrado ao longo do texto e na capa de brochura com xilogravuras da autoria de Átila Mendley.
Descrição:
(Tip. Ramos, Afonso & Moita), Lisboa, 1947. In-8º de 97-(5) págs. Brochado. Miolo muito lmpo e fresco. Capas de brochura ligeiramente amarelecidas por acção do tempo, lombada com ligeiros defeitos de manuseamento, frontspício com rubrica de posse safada.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
(Tipografia do Carvalhido. Porto). 1967. In-8º de 150-(1) págs. Brochado com sobrecapa ilustrada, a partir de fotografia de Eduardo Gageiro. Insignificante defeito no pé da lombada, na sobrecapa.
Primeira edição da segunda obra poética do autor (na verdade é a terceira, pois a primeira, publicada com o autor muito jovem, foi renegada pelo próprio), bastante invulgar.
Descrição:
(Oficinas da Atlântida, Livraria Editora), Coimbra, 1947. In-8º de 39 págs. Brochado, com ligeiro empoeiramento, praticamente imperceptível. Exemplar com os cadernos por abrir. Raríssimo foxing.
PEÇA DE COLECÇÃO do livro de estreia na poesia da Natália Correia. PRIMEIRA EDIÇÃO do, seguramente, mais raro livro de toda a sua bibliografia.
Descrição:
F. França Amado, Editor, Coimbra, 1897. In-8º de 76-(5) págs. Brochado. Capas de brochura com dispersos picos de acidez e pequenos rasgões, sem perda significativa de papel. Lombada com vestígios de actividade de lepismatídeos ( vulgo bichinhos de prata). Miolo impecável muito fresco, com impressão feita sobre papel de linho nacional, de elevada gramagem, cuja tiragem constou de 400 exemplares.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVO DE ESTREIA de Afonso Lopes-Vieira.
Descrição:
Na casa de J. P. Aillaud, Paris, 1826. In-8º de (8)-251-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Etiqueta antiga com número de ordem de biblioteca provada. Rubrica de posse coeva no frontspício. Ocasionais picos de acidez, generlaizada na mancha tipográfica, ao longo do volume. Aparo generalizado. Bonito exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO, rara.
Descrição:
Seara Nova Editora, Lisboa, 1947. In. 8.º de 98-(4) págs. Brochado. Exemplar muito limpo e fresco, impresso sobre papel de linho.
PRIMEIRA EDIÇÃO e peça de colecção deste exemplar, que pertence à edição especial em papel de linho, numa tiragem de 100, numerados e rubricados pelo autor, levando este o nº 4.
Descrição:
´Lúmen, Coimbra, 1921. In-8º de 92-(3) págs. Brochado. Nítuda impressão a duas cores, negro e vermelho, sobre papel de linho. Bom exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
F. França Amado — Editor, Coimbra, 1899. In-8º de 58-(2) págs. Brochado com pequenos defeitos superficiais provocador pela actividade de lepismatidae. Cadernos por abrir,
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
F. França Amado, Coimbra, 1897. In-8º de 77-(1) págs. Brochado com capa ligeiramente empoeirada e pequeníssimas falhas de papel provocado pela acção de lepismatidae. Nítida impressão a duas cores, negro e verde. Miolo bem conservado embora apresentando ligeira acidez marginal. Conserva as badanas.
Invulgar PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Centro Bibliográfico, Lisboa, 1951. In-8º de 52-(1) págs. Brochado. Exemplar com as capas de brochura com ligeiríssimos picos de humidade. Cadernos por abrir.
PRIMEIRA EDIÇÃO inserida na colecção Cancioneiro Geral.
Descrição:
Na Regra do Jogo, 1978. In-8º de 49-(7) págs. Brochado, com raro foxing na capa anterior. Muito bom exemplar, em excelente estado. Integrado na colecção inverso.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1984. In-8º de 55-(7) págs. Brochado.
De invulgar aparecimento no mercado e inserdia na prestigiada colecção Cadernos de Poesia que lhe mereceu um Prémio de Poesia pela APE.
Descrição:
Regra do Jogo, (Lisboa) 1981. In-8º de 135-(3) págs. Brochado. Ligeiros sinais de manuseamento.
Descrição:
Edições Ágora, Lisboa, 1973. In-8º de 138-(6) págs. Encadernação editorial em tela com sobrecapa em papel com a reprodução de um desenho de Lino.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1989. In-8º de 94-(1) págs. Brochado com ligeiros defeitos, insignificantes de manuseamento. Muito bom exemplar.
Descrição:
Editorial Domingos Barreira, Porto, 1947. In-8º de 241-(1) págs. Brochado. Pequena rúbrica de posse no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO impressa sobre papel de qualidade e gramagem superior.
Descrição:
Colares Editora, Sintra, s.d. (1992?). In-8º de de 32 págs. inums. Brochado. llustração de José Rodrigues.
Descrição:
Josep Porter, editor, Barcelona, 1948. In-fólio de V-68 páginas inumeradas. Ilustrado com uma gravura que reproduz um retrato do autor. Exemplar nº 30 duma tiragem limitada a 75, impressos a duas cores em papel artesanal de gramagem superior, com esmerado apuro gráfico. Assinatura de posse do poeta José Osório de Oliveira.
PRIMEIRA EDIÇÃO facsimilada.
MUITO RARO dada a reduzidíssima tiragem impressa fora de terrítório nacional.
Descrição:
Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1977. in-8º de 22 págs. Brochado. Exemplar imaculado.
Edição original com uma tiragem limitada a 150 exemplares.
Dos títulos mais difíceis de toda a bibliografia de Carlos de Oliveira. PEÇA DE COLECÇÃO, não mencionado nos catálogos das principais colecções bibliófilas de literatura portuguesa.
Descrição:
Edições Quasi, V. N. de Famalicão, 2001. In-8º de 48-(9) págs. Brochado. Exemplar como novo.
Descrição:
Porto Editora, Porto, 2015. In-8º de 53-(1) págs. Cartonagem editorial. Exemplar impecável.
Primeira edição, logo esgotada.
Descrição:
Typ. S. e S., Coimbra, 1882. In-4º pequeno de cinco números (de sete) e um suplemento em duas séries. Brochado. Impressão nítida sobre papel de cor laranja, com excepçao do último númro, sobre papel creme. Capa de brochura impressa em separado para albergar todos os números. Foi redactor e fundador, Eugénio de Castro.
A revista tem a seguinte composição dos seus números:
- a primeira série, o primeiro nº tem a data 10 de Setembro de 1882, o nº 2 de 17 de Setembro de 1882, o nº 3º de 24 de Steembro de 1882, o nº 4º de 1 de Outurbo de 1882.;
- a segunda série, composta por três números, tem como nº 1 a data 3 de Dezembro de 1882, o nº 2 a data de 10 de Dezembro de 1882 e o nº 3 a data de 20 de Dezembro de 1882;
- apresenta ainda um Suplemento ao nº 4 (da primeira série) com data 2 de Outubro de 1882 e que é uma folhinha de informação de suspensão de publicação.
No exemplar que se apresenta, falta apenas o nº 1 e 3 da primeira série.
Descrição:
Porto Editora, Porto (1958-1962). In-8º de 3 volumes com 597-(27), 477-(44) e 769-(39) págs. Respectivamente. Brochado. Sem defeitos significativos apontar a não ser ocasionais picos de humidade em raras páginas
Orientação gráfica de Fernando Lanhas.
Tudo quanto se publicou (o 3º volume anuncia um 4º tomo que nunca chegou a ser publicado).
Descrição:
Moraes Editores, Lisboa, 1977. In-8º de 80-(1) págs. Brochado. Excelente estado de conservação.
Descrição:
Emprêsa Diário de Noticias, Lisboa, 1925. In-8º de 337-(2) págs. Encadernação coeva em pele castanha conservando ambas as capas de brochura. Corte superior das folhas carminado.
Bonito exemplar, primeiro volume e tudo quanto se publicou.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, (s.d., 196?). In-8º de 207-(9) págs. Brochado. Capa anterior com risco de esfrerográfica. Bom exemplar. Capa de brochura ilustrada por Câmara Leme.
Descrição:
Arcádia Editora, Lisboa, 1978. In-8.º de 54 págs. Brochado. Integra a "Colecção Licorne».
Primeira edição.
Descrição:
Tip. Anuário, s/l, 1969. In-8.º de 40 páginas inumeradas. Brochado. Capa e orientação gráfica de Rui Mesquita.
Primeira edição.
Descrição:
Typographia Castro Irmão. Lisboa. 1885. In-8º de (4)-IV-171-(1) págs. Encadernação coeva meia francesa marroquin castanho. Cantos superiores ligeiramente coçados. Acidez ligeira dada a qualidade própria do papel.
Descrição:
(Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1956-7). in-4~de quatro números com numeração corrida, num total de 410 págs. Brochado.
Capas manifestando alguma acidez, dada a qualidade própria do papel. Terceiro número com insignifiante trabalho de bicho marginal junto à charneira, sem afectar, nem a estrutura do livro, nem a mancha tipográfica.
Descrição:
Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1949. In-8º de 143-(1) págs. Brochado. Capas com manchas e picos de humidade e cortes marginais dada as suas dimensões maiores relativo ao miolo. Nítida impressão a duas cores, vermelho e negro, com imenso cuidado gráfico. Ilustração e vinehtas da autoria de Manuel Lapa.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra poética de estreia de António Quadros.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1995. In-8º de 91-(1) págs. Brochado. Rúbrica de posse no anterosto. Exemplar em excelente estado, "quase" como novo.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Livros Horizonte, Lisboa, 1979. In-8º de 30-(2) págs. Brochado. Rúbrica de posse no frontspício.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Editorial INOVA, Porto, 1974. In-8º de 258-(17) págs. Brochado. Muito bom estado de cosnervação.
Inserido na colecção Coroa da Terra, dirigida por Egito Gonçalves. Capa de brochura e desenhos de Ângelo de Sousa.
Descrição:
Editora Arcádia, Lisboa, 1976. In-8º de 92-(3) págs. Brochado.
Descrição:
Edição do autor, Coimbra, 1948. In-8º de 79-(5) págs. Brocgado. Integrado na colecção do "Galo", dada a lume em Coimbra e cuja tiragem foi sempre muito restrita. Capa de brochura com alguns picos de acidez e ligeiras manchas marginais.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Invulgar livro de poemas neorealistas.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1974. In. 8.º de 275-(9) págs. Brochado. Exemplar em bom estado.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1940. In-8.º de 54(1) págs. Brochado. Exemplar em excelente estado de conservação. Ilustrado com desenhos do pintor Paulo.
Exemplar enriquecido com uma dedicatória autógrafa à escritora Raquel Bastos.
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa, 1962. In-8.º de 38-(3) págs. Brochado. Integrado na Colecção "Poesia e Verdade".
Ostenta uma dedicatória autógrafa ao escritor José Osório de Oliveira.
Descrição:
Editora da Autora, Rio de Janeiro, 1963. In-8º de 256 págs. Brochado. Exemplar em exceelnte estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Âncora Editora, Lisboa, 2006. In-8º de 333 págs. Brochado. EXCELENTE estado de cosnervação.
Primeira edição logo esgotada após seu apareciemnto.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisbopa, 1976. In-8º de 63-(3) págs. Brochado. marcas de vincno no canto superior direito. Exemplar em bom estado de conservação
Descrição:
Livraria Morais Editora, Lisboa, 1961. In-8º de 150-(2) págs. Brochado. Em muito bom estado de conservação
Descrição:
Livraria Moraes Editora, Lisboa, 1959. In-8º de 90-(6) págs. Brochado. Exemplar impecávelmente bem conservado.
Descrição:
Editora Lux, Lisboa, 1964. In-8º de 158-(2) págs. Brochado. Exemplar em muito bom estado. Rúbrca de posse no anterosto.
Descrição:
Oficinas Gráficas do Empresa do Anuario Comercial. 1936. In-4º de 64 págs. inumeradas. Brochado. Capas de brochura muito limpa, ao contráriod do ante-rosto com picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
A Regra do Jogo, Lisboa, 1981. In-8º de 91-(4) págs. Brochado. Capa de brochura de Teresa Ferrand. Muito bom estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO DE ESTREIA de Hélia Correia.
Descrição:
Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa, 1985. In-8º de 96 págs. Brochado. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.
Descrição:
Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967. In-4.º de X-650 (1) págs. Brochado. Cadernos por abrir. Ilustrado com o retrato de Estevão Rodrigues de Castro.
Descrição:
Assirio e Alvim, Lisboa, 1985. In-8º de 113-(6)págs. Brochado.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1981. In-8.º de 131(3) págs. Brochado.
Descrição:
Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Encadernado inteira de percalina verde com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura.
RARA e importante obra
Descrição:
Tipografia A. desportida Lda, (1982).In-8.º oblongo de 49(4) págs. Br. Ilustrado.
Descrição:
Edição do autor, Livraria Nacional, Covilhã, 1962. In-8.º de 41-(3) págs. Br. Desenhos e extratexto de Manuel Baptista
Descrição:
Centro do Livro Brasileiro, Lisboa, 1972.In-8º de L-562-(1)págs. Br. Com os cadernos por abrir. Exemplar impecável como novo.
Descrição:
Hugin Editores Lda., Lisboa, 1996. In. 4.º de 127 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.
Descrição:
Livraria Nacional, Covilhã, 1961. In-8.º de 64-(2) págs. Brochado. Impecavelmente bem conservado apenas apontando-se como “defeito” um quase imperceptível amarelecimento marginal, provocado pela oxidação do papel desta zona das margens do livro quando em contacto com o ar, ao longo dos seus 60 anos de existência.
Obra invulgar e inserida na apreciada colecção "Pedras Brancas". Capa e desenho impresso em folha desdobrável à parte, da autoria de Manuel Batista.
Descrição:
Editora Lux, Lisboa, 1962. In-8º de 51-(1) págs. Br. Ilustrado com um retrato da autora por Alain Brustlein.
Descrição:
Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1960. In-8.º de 52-(4) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado nao obstante uma pequena mancha na capa posterior. Miolo muito limpo e fresco. Apresenta um poema facsimilado.
Descrição:
Edição da Biblioteca Municipal, Coimbra, 1940. In 8º de XVIII-93-(2) págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Capa de brochura com alguns picos de acidez.
Descrição:
Editorial Futura, Lisboa, 1975. In-8º de 334-(2) págs. Br.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Orfeu, Rio de Janeiro, 1950. In-8º de 45-(5) págs. Br. Capas de brochura envelhecidas. Ilustração da capa de Artur Jorge. Assinatura de posse de José Osório de Oliveira.
PRIMEIRA EDIÇÃO conjunta.
INVULGAR.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1958. In-8º de 58-(5) págs. Br. Capa com desenho do autor. Capa de brochura ligeiramente amarelecida. Valorizado pela dedicatória autógrafa à poeta Raquel Bastos.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1970. In-8º de 105-(7) págs. Br. Capa de João da Câmara Leme.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Coimbra Editora, Coimbra, 1929-1930.7 volumes de in-8º de 73-(7); 80-(2); 26; 50-(3); 16; 16 e 31 págs. Br. Cadernos por abrir. Capas de brochura ligeiramente envelhecidas. Separatas da revista Biblos. Às separatas de José maria Rodrigues junta-se "Alguns erros em que se apoiou o desdobramento da rota de Vasco da Gama em os Lusíadas" por Gago Coutinho
INVULGAR.
Descrição:
Edição da Renascença Editora, Porto, s/d. (1917) In-8.º de 121-(2) págs. Br. Cadernos por abrir. Capas de brochura com alguns picos de acidez.
Descrição:
Typographia da Revista Popular, Lisboa, 1851. In-8º de XXIV-262-(2) págs. Encadernação meia inglesa em pano com dizeres a ouro em rótulo de pele. Sem capas de brochura e ligeiramente aparado. Pequenoa carimbo de posse.
PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR
Descrição:
Typographia dos Irmãos Centenari, Roma, 1888. In-8º de 622 págs. Encadernação inteira em pele um pouco suja com dizeres a ouro na lombada. Conserva capas de brochura. Corpo do texto todo decorado com bonitas vinhetas coloridas.Aparado só à cabeça.
INVULGAR
Descrição:
Centre Culturel Calouste Gulbenkian,Paris, 1994. In-4º de 822 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-exto com reproduções de fac-similes, caricaturas e outros documentos relativos a Nicolau Tolentino. Livro em lingua francesa.
Descrição:
Typ de Francisco Pereira d'Azevedo, Porto, 1854. Dois tomos de 270 e 169 págs encadernados juntos num só volume. Encadernação coeva em pele castanha meia inglesa com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de número de ordem de biblioetac particular na lombada.
Descrição:
Typographia de Francisco Pereira De Azevedo, Porto, 1854. In-8º de 363 págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele castanha com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de núemro de ordem de biblioteca particular na lombada.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1949. In-8º de 53-(3)págs. Br. Capas com alguns picos de acidez. Capa de António Vaz Pereira.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1949. In-8º de 53-(3)págs. Br. Capas com alguns picos de acidez. Capa de António Vaz Pereira. Este exemplar é o nº 2 de 5 exemplares em papel bíblia, da Matrena, fora do mercado, numerados e rubricados pelo autor". Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Castro a quem o livro também é dedicado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo e raro livro do autor.
Descrição:
Editora Pax, Braga, 1978. In-8º de 310-(2) págs. Br. Integrado na "Colecção Autores Lusíadas". Valorizado pela extensa dedicatória autógrafa.
Descrição:
Typographia. da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis, Lisboa, 1844. In-8º de 112 págs. Encadernação meia francesa em pele com dizeres e florões em pele. Edição muito cuidada, impressa em papel de qualidade superior, ornado com desenhos de inspiração celta no texto, vinhetas e capitulares. CONSERVA CAPA DE BROCHURA anterior.
Descrição:
Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris, 1999. In-8º de 300-(2) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.
Descrição:
Coimbra Editora, Coimbra, 1962. In. 8.º de 86-(1) págs. Brochado com rubrica de posse no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, s/d. In-8º de 107 págs. Br. Vinheta de Maria Franco. Capa de brochura com algumas picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
Edições dos "Cadernos de Poesia", Lisboa, 1941. In-8º de 45-(3) págs. Br. Ocasionais picos de acidez nas capas.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
Sociedade de Expansão Cultural, Lisboa, 1965. In-8º de 129-(3) págs. Encadernação editorial. Ilustrações de Álvaro Duarte de Almeida.Capas de Brochura ligeiramente empoeiradas. Dedicatória não autógrafa.
3.ª ed. corrigida e aumentada, comemorativa do 1º centenário do poeta.
INVULGAR.
Descrição:
Editora Pax, Braga, 1945. In-8º de 76-(4) págs. Br. Integrado na colecção "Metrópole e Ultramar".
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1977. In-8º de 40 págs. Br. Capa de Manuel Botelho. Valorizado por uma dedicatória autógrafa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Centelha, Coimbra, 1977. In-8º de 84-(4) págs. Br. Incluída na colecção Poesia do Nosso Tempo.
Descrição:
Edições Ática, Lisboa, 1959. In - 8º de XI-198-(6) págs. Br.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1962. In-8º de 69-(2) págs. Br. Apresenta um pequeno carimbo editorial de oferta. Apresenta todos os cadernos por abrir. Excelente estado de conservação.