Descrição:
Typ. da Hist. d'Hespanha, Lisboa, 1846. In-8º de 16 págs. Folheto desprotegido de capas ou encadernação. Foxing quase exclusivo à primeira e última página. Por aparar.
Trata da origem e história do edifício onde na época estava instalado o Conservatorio Real de Lisboa (hoje o Conservatório Nacional) fundado no séc. XVII, quando em 1648 D. Antonio Ardizonu Spinola, natural de Napoles, vinha da Missão da India (onde edificou também em Goa um hospício para sua congregação), fundou o Hospício dos Clerigos Regulares Theatinos (também conhecido como Colégio dos Caetanos da Divina Providência - os Teatinos eram denominados em Portugal de Caetanos). Mais tarde, em 1837, o Conservatorio Real de Lisboa foi instalado neste edifício, por inicitaiva de Almeida Garrett , decretando em 1841 uns estatutos próprio, e acolheu as vertentes de música, teatro e dança ao longo de quase um século e meio, até à reestruturação da escola em 1983.
Descrição:
Empreza da Historia de Portugal, Lisboa, 1903. In-8º de (4)-270 págs. Encadernação meia inglesa em pele do diabo cinzenta com rótulo de pele vermelha gravada com dizeres a ouro. Aparo marginal generalizado, preservando as bonitas capas de brochura.
Ilustrações de Roque Gameiro.
Muito bom exemplar, em excelente estado de conservação desta INVULGAR PRIMEIRA EDIÇÃO ainda hoje apontado como uma referência para estudiosos e é ainda considerado o primeiro do género alguma vez escrito. O autor, Pinto de Carvalho, dizia ser “indubitável” que o fado só apareceu em Lisboa depois de 1840. “Até então, o único fado que existia, o fado do marinheiro, cantava-se à proa das embarcações” e foi esse estilo que “serviu de modelo aos primeiros fados que se tocaram e cantaram em terra”. Esta obra constitui um manancial de informação reconhecendo-se aqui o primeiro esforço para sistematizar as origens e evolução do Fado com uma biografia dos seus protagonistas.
Descrição:
Typographia da Empresa do Diario de Noticias, 1928. In-4ºgr. de LXIV págs. inums. Cartonagem editorial com lombada em pele. Papel encorpado, impresso com elevado rigor estético, bem ao jeito de António Botto. Rótulo de ordem de biblioteca na lombada. Capas com ligeiro foxing. Miolo irrpreensível.
Ostenta uma bonita dedicatória autógrafa ao escrito Alfredo Cunha " ... esta pequena obra da minha adolescência literária ..." datada Lisboa, 1932.
2ª edição, de igual beleza editorial que a primeira impressa em 1919. Ilustraram de igual forma António de Brederode Amorim e António Quaresma.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa,1946. In-8 de XII-558-(4) págs. Brochado. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Capa de brochura ilustrada por João Carlos (Celestino Gomes).
PRIMEIRA EDIÇÃO em excelente estado de conservação.
Descrição:
Ministério da Guerra. - Imprensa Nacional, Lisboa, 1877. In-8º de 194-(41) págs. Encadernação meia inglesa com dizeres a ouro na lombada. Miolo com alguns raros picos de acidez. Ilustrado com pautas musicais.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 2003. In-8º de 240 págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Profusamente ilustrado. Integrado na Coleção Rei Lagarto.