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O ESPECTRO DO JUVENAL nº1 (a 5). Redactores: Gomes Leal, Guilherme d'Azevedo, Luciano Cordeiro, Magalhães Lima, Silva Pinto.
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1945. In-4º de 265 págs. Br.
Obra de um defensor da colonização portuguesa em Angola,que acredita num futuro promissor da comunidade euro-africana na Colónia.
"Em Angola «branco» e «europeu» não são termos sinónimos. A população branca da colónia engloba tão avultado número de euro-africanos que, nas regiões do Sul, os europeus encontram-se em acentuada minoria perante os indivíduos de raça branca naturais da Colónia" (...) "Da variedade de origens resulta uma vincada diferenciação de caracteres dos africanos de raça branca. Une-os um comum amor pela sua terra angolana (...). Juntamente com um reduzido número de colonos que embarcaram para África nos primeiros anos deste século, formam a verdadeira gente de Angola. Aquela entre a qual devem procurar-se as rudimentares e hesitantes afirmações de uma mentalidade branca enquadrada nos vastos horizontes africanos". (,,,) O sentimento dos euro-africanos do Sul, que há três ou quatro gerações são angolanos, é primordialmente por Angola. O amor pela metrópole não conta muito nos seus corações."
"Uma nova raça branca africana, dotada de maravilhosas qualidades, entra na história. Mas uma mutação de tal envergadura, a par do sereno orgulho que provocará no coração da lusitanidade, deve dar origem a uma revisão de alguns dos promcípios de governamentação hoje em vigor porque a concessão aos euro-africanos de um maior quinhão nos encargos da administração da sua terra natal se transformará em necessidade".