L'ITINÉRAIRE ÉRASMIEN D'ANDRÉ DE RESENDE (1500-1573)
15.00 €
Qt: 1 Unidade
LIVRO DA FUNDAÇÃO DO MOSTEIRO DE SALZEDAS por ... - Manuscrito do século XVII publicado (agora a primeira vez) como apenso às MEMÓRIAS DE MONDIM DA BEIRA de José Leite de Vasconcelos
35.00 €
Qt: 1 Unidade
ESTATUTO POLÍTICO-ADMINISTRATIVO DA PROVÍNCIA DE MACAU
10.00 €
Qt: 1 Unidade
A CIDADE E A INFÂNCIA. Contos
100.00 €
Qt: 1 Unidade
DÔR E VIDA - Poemeto -
90.00 €
Qt: 1 Unidade
ZÉ BISNAU E OUTRAS HISTÓRIAS
19.00 €
Qt: 1 Unidade
DOCUMENTAÇÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA I, II, III, IV, V
60.00 €
Qt: 1 Unidade
A PAZ INTEIRA - Poemas
15.00 €
Qt: 1 Unidade
REGULAMENTO GERAL PARA O SERVIÇO DOS CORPOS DO EXERCITO approvado por decreto de 21 de Novembro de 1866
45.00 €
Qt: 1 Unidade
MORTE ESSENCIAL E MORTE EXISTENCIAL EM LEONARDO COIMBRA
5.00 €
Qt: 1 Unidade
RASTO DE SONHOS arte e alentos de pousadas da minha terra
28.00 €
Qt: 1 Unidade
VIDA MARAVILHOSA DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA
25.00 €
Qt: 1 Unidade
CONIMBRIGA VI
30.00 €
Qt: 1 Unidade
GEOGRAFIA DA PENÍNSULA IBÉRICA
10.00 €
Qt: 1 Unidade
VINTE ANNOS DE VIDA LITTERARIA
20.00 €
Qt: 1 Unidade
UM CURSO DE GUARDAS MARINHAS
17.00 €
Qt: 1 Unidade
A TENTAÇÃO DE SÃO MACÁRIO
12.00 €
Qt: 1 Unidade
BOLETIM DA DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS - IGREJA DE CETE (nº3 Março de 1936)
18.00 €
Qt: 1 Unidade
TRANSPORTES DE LISBOA
35.00 €
Qt: 1 Unidade
A DUPLA ROTA EM «OS LUSÍADAS»,V,4-13,E AS OBJECÇÕES DO Sr. ALMIRANTE GAGO COUTINHO
Sá da Costa, Lisboa, 1981. In-8º de 233 págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado. Capa ligeiramente danificada.
Obra de um dos melhores conhecedores de África.
Excerto da recensão ao livro por Adolfo Simões Müller " ...O cap. 7 é já a evocação da ocupação pelo mundo ocidental. Principia a história do comércio dos escravos. Tudo teria começado em 1441 com Antão Gonçalves, ao capturar africanos para os vender. Mas, a págs. 179, lembra-se que os compradores portugueses "não faziam deles diferença aos servidores livres naturais da própria terra, antes aqueles que cobravam de pequena idade faziam ao diante ensinar a ofícios necânicos; e aqueles que viam dispostos para governar fazenda faziam-nos livres e casavam-nos com mulheres naturais da terra". Creio que se presta aqui a devida justiça à nossa participação no comércio da escravatura, em que, se colaborámos, fomos sem dúvida os menos condenáveis - mesmo à luz da época e das instituições, o que por vezes se esquece. Vem depois um capítulo dedicado à era colonial, à resistência e à independência. Exploradores portugueses como Serpa Pinto, e outros, são apontados como abrindo caminho a uma ocupação em grande escala das terras do interior. Não deve ter sido bem assim. Por último, o livro apresenta os capítulos dedicados ao fim do comércio dos escravos (os britânicos em 1807, os portugueses e os americanos só mais tarde "com mais ou menos vontade", e, já no século 20, à luta pela independência. A propósito da guerra portuguesa diz-se que a resistência africana em 1970 começou em geral a ganhar vantagem. Pra o final, teria contribuído "a acção regeneradora e judiciosa dos oficiais do M.F.A.". Friza-se, mais adiante, que os povos das antigas colónias portuguesas estariam hoje na vanguarda do progresso africano (pág. 228) ..."