BREVE TRACTADO DO BORDADO A MATIZ, E PETIT POINT ornado de um mappa das côres, com os nomes mais conhecidos pelo vulgo, para milhor intelligencia, acompanhado do curioso, symbolo, e significação das côres. O.D.C. ao bello sexo
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POESIA -67 COMENTÁRIOS
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ALENTO DANÇAS OCULTAS. Texto de JORGE P. PIRES. Foptografias de DUARTE BELO
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O ESPECTRO DO JUVENAL nº1 (a 5). Redactores: Gomes Leal, Guilherme d'Azevedo, Luciano Cordeiro, Magalhães Lima, Silva Pinto.
Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1922. In-8.º de 432-LXVII-(2)-6 págs. Encadernação editorial em sintético, com dizeres dourados nas pastas e lombada, preservando capas de brochura. Profusamente ilustrado ao longo do texto, destacando vários retratos do romancista.
Organização de Eloy do Amaral e M. Cardoso Martha. Inclui textos de António Patrício, Jayme Magalhães Lima, Alberto Teles, Affonso Lopes Vieira, Hermano Neves e João Correa d'Oliveira.
"Olho, antes de escrever, o seu retrato. Tem uma cabeça longa, uma máscara de clown-gentilhomem: uma boa sensual e sardónica, a que o bigode espesso e forte vem esconder as comissuras; os olhos, dum brilho aveludado, são belos e cheios de bondade, duma agudeza sempre moça; o nariz é fino, fariscante, um nariz de requintado poeta, para aspirar jardins e axilas de ouro; o mento em ângulo, as sobrancelhas crespas; e o cabelo ralo, em risca ao lado, cortado com um bom gosto anti-literário, que me evoca, não sei porquê, uma calote - uma calote de pierrot grisalho. Como entala o monóculo à direita, tem esse lado contraído em ricto, o que lhe dá à fisionomia um ar estranho, uma assimetria de linhas e expressões: daí talvez um não sei quê macabro, pelo contraste do clownismo duma face com a calma muscular da outra. E resumo para mim a minha análise: uma expressão estranha de humorista, de sensual poeta e homem bondoso, num arranjo bem cuidado de mundano. Como dizem os ingleses, well groommed (...)"
"Sobre Eça de Queiroz" por António Patrício.